Agravamento da covid faz ANP retomar pedido de informações de situação em petroleiras

Diante do aumento do número de casos de covid-19 no País, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) decidiu voltar a solicitar às petroleiras informações sobre as contaminações nas plataformas, o que havia sido interrompido ao final de 2021, quando venceu o prazo da Resolução da ANP sobre o assunto.

“As empresas deverão enviar à Agência os dados referentes ao período desde 01/01/2022. Assim que forem recebidos, serão inseridos no painel (dinâmico), retroativamente (ou seja, com os dados desde 01/01)”, informou a ANP ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

O agravamento das contaminações nas plataformas está sendo objeto de uma reunião desde o período da manhã entre a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e a Petrobras, depois que mais de 10 plataformas registraram casos de covid-9, inclusive uma no campo de Búzios, pré-sal da bacia de Santos.

O Ministério de Minas e Energia (MME), que também acompanhava a evolução da doença no setor, interrompeu em meados de dezembro do ano passado o Boletim de Monitoramento da Covid-19, deixando a indústria sem informações seguras sobre a real situação dos empregados envolvidos nas operações de petróleo e gás no País.

Petróleo Brent cai 0,09% nesta quinta-feira, após bater US$ 90 pela 1ª vez desde 2014

O barril do petróleo Brent, com contrato para março deste ano, fechou esta quinta-feira (27) em queda de 0,09%, cotado a US$ 89,88, segundo dados preliminares.

Gasolina defasada em R$ 0,29 age diretamente contra o hidratado, já mais caro do que deveria

O petróleo mantendo-se em volta dos US$ 89 o barril já alarga a defasagem dos preços da gasolina e do diesel, enquanto comprime mais a competitividade do etanol hidratado.

O que é o fundo de equalização dos combustíveis, defendido por governadores como alternativa ao ICMS

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou nesta quinta-feira (27) o congelamento do valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado nas vendas de combustíveis por mais 60 dias, até 31 de março. A decisão foi unânime, com voto favorável dos 27 secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal.