Na ultima semana, o petróleo registrou quedas expressivas com rumores de aumento de oferta principalmente pelos países que compõe a OPEP.

O Brent (Londres) encerrou a ultima semana com queda de 3,96%, cotado a US$ 73,44/bpd. Acumulado do mês de Junho/18 é de queda de 5,36%.

O WTI (EUA) encerrou a ultima semana com queda de 0,70%, cotado US$ 65,06/bpd. Acumulado do mês de Junho/18 é de queda de 1,39%.

Veja o gráfico abaixo das movimentações do petróleo durante o mês de Junho.

 

Exploradores dos EUA acrescentaram uma sonda de petróleo à atividade já existente na semana passada, levando o total para 863, número mais alto desde março de 2015, afirmou a Baker Hughes da General Electric

Esse aumento modesto foi o quarto aumento semanal consecutivo, provavelmente sinalizando ganhos adicionais nos níveis de produção dos EUA.

A produção norte-americana de petróleo, guiada pela extração de shale oil, atualmente está na máxima histórica de 10,9 milhões de barris por dia. Apenas a Rússia atualmente tem produção maior, com 11 milhões de barris por dia.

Novos dados semanais sobre os estoques comerciais de petróleo bruto nos EUA na terça e na quarta-feira para avaliar a força da demanda do maior consumidor de petróleo do mundo e a rapidez com que os níveis de produção irão continuar a subir irão capturar a atenção do mercado.

Para esta semana os Mercados de energia se concentrarão na amplamente esperada reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para ver se os maiores produtores de petróleo têm planos de estender seu acordo atual de cortes na produção.

Ministros do petróleo da Opep, da Rússia e de outros importantes produtores se reunirão em Viena na quinta e na sexta-feira para reverem seu acordo atual sobre a produção.

A maioria dos analistas de mercado espera que o cartel de petróleo considere alterar o acordo de produção que tem reduzido a produção em 1,8 milhão de barris por dia do mercado nos últimos 18 meses.

A Rússia tem pressionado pela volta de um milhão de barris por dia de volta ao mercado com relativa rapidez. No entanto, a Arábia Saudita gostaria de tentar uma quantidade menor para evitar que o preço caia muito, disseram especialistas.

Porém, nem todos os membros da Opep concordam. Irã, Venezuela e Iraque disseram que o atual acordo de produção deve permanecer em vigor como está.

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