Imagem: Adobe Stock (Divulgação)

A volatilidade sem igual do petróleo na bolsa mercantil de Londres, acima do normal mesmo para um derivativo, se apegando a fundamentos da mão para a boca em um mundo de incertezas diárias, deu um refresco até aqui, nesta semana, para o etanol, ao voltar para os US$ 41 o barril.

A possibilidade de seguir os US$ 39 o barril da sexta foi dissipada, momentaneamente, e pode ter frustrado a chance de um novo recuo da gasolina nas refinarias da Petrobras (PETR3PETR4).

Após três quedas seguidas – duas na semana passada -, movimento até então inédito, um quarto corte anularia o recuo do hidratado.

O renovável perdeu 2,26% na usina (R$ 1,7741), de 7 a 11 de setembro na pesquisa do Cepea/Esalq, para não perder mais competitividade, como Money Times previu, e tenta segurar o ímpeto da gasolina agora sem a pressão do óleo cru.

Após relatos de recuo de 9,5 milhões de barris dos inventários dos Estados Unidos, feitos pelo American Petroleum Institute (API), e um apetite maior das importações chinesas, o futuro do Brent para entrega em novembro está em US$ 41,38, mais 2,10%, nesta quarta (16), às 9h25 (Brasília).

Na véspera já havia deixado os perigosos US$ 39 que parecia manter do fechamento da semana anterior.

Fonte: Money Times

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