Opep manterá a torneira fechada da produção petrolífera até abril, pelo menos (Imagem: Reuters/Nick Oxford)

A disparada do petróleo nesta quinta (4), que chegou a alcançar o teto acima de US$ 67,10 o barril do tipo Brent, na bolsa de Londres, deverá ser o gatilho para a Petrobras (PETR4) mostrar o quanto está disposta a repassar para os preços da gasolina.

Desde terça o combustível está 0,12% o litro mais caro da refinaria. E a alta de quase 5% no óleo cru hoje (até 15h30, de Brasília), caindo um pouco até o fechamento, é um teste para a estatal e deixa o mercado na expectativa sobre se algum reajuste será anunciado amanhã ou segunda, sobretudo o pessoal do etanol hidratado, que mostrava um apetite menor para ganhos desde a quinta.

A Associação dos Importadores de Combustíveis (Abicom) acaba de informar a Money Times que a defasagem média acumulada da gasolina, na relação dos preços internacionais do petróleo, foi para R$ 0,32. O diesel, R$ 0,22.

Respectivamente, menos 11% e 8%.

O petróleo seguiu a definição de que a Opep e seus aliados, a Opep+, manterá os cortes de produção atuais até abril.

Fonte: Money Times

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