Imagem: Adobe Stock (Divulgação)

Em uma semana, o etanol hidratado praticamente devolveu as perdas das duas anteriores e começou forte esta, em mais de 3,80% (R$ 1,8290, livres) nas usinas. O movimento de 21 a 25, registrado pelo Cepea/Esalq, teve o aumento de 4% da gasolina no intervalo.

A alta do combustível de petróleo, após três cortes consecutivos no mês, refletiu na antecipação dos compradores de biocombustível, “que fazem a conta da defasagem”, mais ainda porque se espera novos reajustes da Petrobras (PETR3PETR4), argumenta Martinho Ono, trader chefe na SCA Trading.

O petróleo também entrou a semana recuperando os US$ 42/barril em Londres.

Também os dados da Unica, na primeira quinzena do mês, indicam que dos 2,29 bilhões de litros produzidos, 4,65% menor, o hidratado recuou 10,07%, sendo que o anidro (misturado a gasolina em 27,5%) teve alta de 9%. As exportações de anidro e também o consumo interno foram melhores.

Em linha, a demanda pelo hidratado vem de leve melhora, quinzena contra quinzena, embora 13% a menos que no mesmo período de 2019.

As unidades produtivas do Centro-Sul, associadas à entidade, mantiveram mais matéria-prima para o açúcar. Foram produzidos mais 55,96% nos primeiros 15 dias do mês, para 3,18 milhões de toneladas.

Fonte: Money Times

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