Imagem: Divulgação

Criado como parte da Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio), mercado de descarbonização cumpre – ao menos parcialmente – uma velha promessa: a de valorizar as externalidades positivas que os combustíveis renováveis geram para o meio ambiente. Embora tenha sido oficializado no final de 2017, com a publicação da Lei 13,576, foi só no final de abril passado que Créditos de Descarbonização (CBios) passaram a ser comercializados no mercado financeiro, permitindo que as usinas faturassem pelas emissões de gases do efeito estufa que seus produtos evitam.

As perspectivas desse novo mercado para o ano de 2021 foi o tema do 7º painel da edição 2020 da Conferência BiodieselBR que reuniu representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Brasilcom, BSBios e Santander.

A superintendente adjunta da ANP, Danielle Machado e Silva Conde, lembrou que 2020 foi um “ano bastante intenso” e que, durante o primeiro semestre do ano, a coordenação do RenovaBio na agência reguladora esteve empenhada na “certificação em massa” de fabricantes. “Certificamos 234 produtores de biocombustíveis (…) representando 56% do total de produtores autorizados”, destaca informando que a maior parte delas – 207 usinas – são fabricantes de etanol de cana-de-açúcar. O biodiesel participa com 22 unidades produtivas.

Fonte: Portal BiodieselBR

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