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O petróleo fechou em forte recuo na banda dos US$ 40 o barril nesta segunda (26), amanhã passa a valer a redução de 5% na gasolina (e de 4% para o diesel) e o fôlego de alta do etanol deve ter um arrefecimento.

O hidratado engatou a quinta semana em elevação consecutiva na porta da usina, fechando a última em mais 1,50%, R$ 2,0452, de acordo com o Cepea/Esalq.

A segunda queda que a Petrobras (PETR3; PETR4) ocasiona à gasolina deve ser sentida. No dia 15, a redução em 4%, não tirou a demanda das distribuidoras.

O segmento estava começando a prover algum estoque para o final do ano, contra uma safra que vai se extinguindo, e muitas usinas já haviam conseguido administrar a tancagem, podendo controlar mais as vendas.

Vai pesar sobre as expectativas para o resto da semana o comportamento do óleo cru, caso siga a desidratação que ocorreu desde a manhã deste primeiro dia útil da semana.

Começou os trabalhos em Londres em US$ 41, saindo do suporte dos US$ 42/barril, e fechou os dois contratos mais próximos com perdas de mais de 3,20% (entre US$ 40,28 e US$ 40,64), sob o impacto da multiplicação do coronavírus na Europa e Estados Unidos, e alertando o mercado – incluso Opep – sobre a delicadeza do momento para a retomada do consumo.

Fonte: Money Times

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