Preço médio do etanol sobe em 14 Estados e no DF e cai em 11

Os preços médios do etanolhidratado subiram em 14 Estados e no Distrito Federal na semana entre 5 e 11 de setembro, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Em outros 11 Estados os preços recuaram e, no Amapá, ficaram estáveis. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol subiu 0,91% na semana ante a anterior, de R$ 4,611 para R$ 4,653 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média do hidratado ficou em R$ 4,434 o litro, queda de 15,27% ante a semana anterior.

O preço mínimo registrado nesta semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,899 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio estadual, de R$ 4,434, foi registrado também em São Paulo. O preço máximo, de R$ 6,999 o litro, foi verificado em um posto do Rio Grande do Sul. O maior preço médio estadual também foi o do Rio Grande do Sul, de R$ 6,036.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País subiu 7,24%. O Estado com maior alta no período foi Mato Grosso, onde o litro subiu 12,98% no mês. Na apuração semanal, a maior alta de preço foi observada em Sergipe, com avanço de 25,97%, para R$ 5,530 o litro.

CBios já subiram quase 45% em setembro na B3

Os preços dos Créditos de Descarbonização (CBios) romperam a estabilidade registrada desde o início do ano, período em que se mantiveram abaixo de R$ 30 por tonelada de carbono, e dispararam em setembro na B3.

Preço dos combustíveis deve continuar elevado em 2022, diz XP

A XP divulgou projeção de alta para os combustíveis, que devem continuar em um patamar alto pelos próximos meses, considerando a alta do preço do petróleo no mercado internacional, câmbio em R$ 5,20 no ano e em R$ 5,10 em 2022 e escassez de etanol, que são utilizados para reajustar preços na Petrobras.

Defasagem dos preços da gasolina diminui, mas do diesel se mantém, aponta Abicom

Os preços da gasolina praticados pela Petrobras no mercado brasileiro hoje têm uma defasagem média de 6% em relação aos preços internacionais, apontou levantamento da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom).