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Os preços do petróleo recuavam levemente nesta quinta-feira, mas seguiam perto de máxima em um mês, em meio a melhores projeções de demanda da Agência Internacional de Energia (IEA) e da Opep à medida que importantes economias se recuperam da pandemia.

O petróleo Brent recuava 0,04 dólar, ou 0,06%, a 66,54 dólares por barril, às 8:30 (horário de Brasília).

O petróleo dos Estados Unidos caía 0,1 dólar, ou 0,16%, a 63,05 dólares por barril.

Mais cedo, tanto o Brent quanto o WTI tocaram os maiores níveis desde 18 de março, a 66,94 dólares e 63,48 dólares, respectivamente.

Ambos os contratos avançaram cerca de 5% na quarta-feira.

“O apoio está vindo de diversos aspectos. Por um lado, o ambiente macro segue favorável em termos de perspectivas econômicas, de apetite a risco entre investidores e pelo dólar mais fraco”, disse o Commerzbank.

A IEA e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) revisaram para cima suas projeções para o crescimento da demanda em 2021, enquanto os preços também foram apoiados por uma grande queda nos estoques dos EUA.

Os estoques norte-americanos de petróleo recuaram em 5,9 milhões de barris na semana passada, segundo a Administração de Informação de Energia (AIE).

A disciplina na oferta e economias em recuperação devem dar ao petróleo a chance de romper o intervalo em que vem sendo negociado mais recentemente, disse o Goldman Sachs (GS) em relatório.

“Seguimos positivos quanto à projeção de que o Brent vá chegar a 80 dólares por barril no 3° trimestre de 2021, com uma recuperação da demanda no curto prazo e a disciplina na oferta”, afirmou.

Fonte: Reuters

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