No total, houve aumento de 1,4% no bombeamento no pré-sal em relação ao mês anterior (Imagem: Reuters/Brendan McDermid)

A produção de petróleo do Brasil em agosto registrou aumento de 0,3% ante julho, somando 3,087 milhões de barris ao dia (bpd), com o país registrando recorde na extração do pré-sal pelo segundo mês seguido, afirmou a reguladora ANP em nota nesta sexta-feira.

Na comparação com agosto de 2019, houve aumento de 3,3%.

Do total produzido, a Petrobras (PETR3PETR4) respondeu por 2,3 milhões bpd de petróleo e 102 milhões m3/dia de gás como consorciada, seguida pela Shell, com 377,3 mil bpd e 15,55 milhões m3/dia.

A produção no pré-sal em agosto foi recorde em petróleo e gás, somando respectivamente 2,2 milhões de barris por dia e 91,398 milhões de metros cúbicos ao dia.

No total, houve aumento de 1,4% no bombeamento no pré-sal em relação ao mês anterior e de 14,4% ante agosto de 2019.

A ANP relatou ainda que, durante o mês de agosto, 33 campos tiveram a suas respectivas produções interrompidas temporariamente devido aos efeitos da pandemia da Covid-19, dos quais 16 marítimos e 17 terrestres. Um total de 60 instalações de produção marítimas permaneceram com produção interrompida.

Em agosto, o campo de Tupi (ex-Lula), no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, registrando 1,004 milhão bpd e 44,5 milhões m3/dia.

A plataforma Petrobras 77, produzindo no campo de Búzios por meio de quatro poços a ela interligados, produziu 165,598 mil bpd e foi a instalação com maior produção de petróleo.

A instalação FPSO Cidade de Itaguaí, produzindo no campo de Tupi, por meio de sete poços a ela interligados, produziu 7,337 milhões m³/d e foi a unidade com maior produção de gás natural.

Fonte: Reuters

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