Resumo Combustíveis 17/09/2018

Os preços da gasolina, do diesel e do etanol ao consumidor avançaram nesta semana, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta sexta-feira (14).

O preço da gasolina terminou a semana com alta de 2,3% e subiu a R$ 4,628, acima dos R$ 4,525 da leitura passada. O valor do combustível também já supera o observado na semana encerrada em 2 de junho, logo após a greve dos caminhoneiros, quando chegou R$ 4,614.

A ANP chegou a encontrar a gasolina sendo vendida a R$ 6,290.

Já o preço do diesel aumentou 4,3%. Foi a R$ 3,638, acima do observado no levantamento anterior (R$ 3,489). No mesmo período, o preço médio do etanol teve alta de 4,4%, de R$ 2,690 para R$ 2,808.

O valor representa uma média calculada pela ANP e, portanto, pode variar de acordo com a região.

Gasolina no Etanol

Nesta semana, a Petrobras voltou a elevar o preço da gasolina nas refinarias. O preço do combustível chegou a R$ 2,2514 nesta sexta-feira.

Com o aumento, o novo valor renovou a máxima dentro da política de reajustes diários, iniciada há mais de um ano. Em 30 dias, a alta do preço médio da gasolina nas refinarias foi de 17%.

Desde o início da política de ajuste de preços, iniciada em julho do ano passado, o preço da gasolina nas refinarias acumula alta de 71,28% e, o do diesel, valorização de 69,46%, segundo o Valor Online.

Já o preço do diesel foi mantido em R$ 2,2964 o litro. No fim de agosto, a estatal anunciou alta média de 13,03% no preço do diesel nas refinarias do país, após três meses de valores congelados, depois que a ANP determinou os novos preços de comercialização do diesel dentro da política de subvenção ao combustível. O preço será mantido até 29 de setembro.

Política flexível

Na semana passada, a Petrobras anunciou uma flexibilização na sua política de preços que permitirá aumentar os intervalos de reajustes nos preços da gasolina nas refinarias em até 15 dias.

Gasolina poderá ficar sem reajuste por até 15 dias

A estatal passou a adotar desde 6 de setembro um mecanismo de proteção financeira (conhecido como hedge) que dará a opção de mudar a frequência dos reajustes diários no mercado interno.

A estatal vinha adotando, desde 3 de julho do ano passado, reajustes quase diários no valor do combustível, com base sobretudo no mercado internacional e no câmbio.

A Petrobras sinalizou que pode fazer o mesmo com o diesel.

Fonte: G1 Economia
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