Foto: Divulgação

O final de 2020 foi acompanhado com especial atenção pelo setor de biocombustíveis. Com o encerramento do ano, veio também a necessidade do cumprimento integral da primeira meta referente ao programa RenovaBio. Afinal, por conta da regulamentação desenvolvida pela Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o mecanismo que permite a postergação parcial de metas não pôde ser utilizado pelas distribuidoras neste primeiro momento.

Referente aos anos de 2019 e 2020, o objetivo inicialmente previa a compra e retirada de circulação de pelo menos 29 milhões de créditos de descarbonização (CBios). Em setembro, a meta para o ano foi reduzida – acompanhando as mudanças no mercado consequentes da pandemia de covid-19 – e este total passou a ser de 14,9 milhões de títulos.

Considerando o número de CBios escriturados pelas produtoras de biocombustíveis até 31 de dezembro, conforme dados disponibilizados pela B3 – única registradora do RenovaBio –, o programa poderia cumprir seu primeiro objetivo com folga. No total, 18,51 milhões de créditos foram contabilizados.

Entretanto, nem todos estes títulos foram retirados de circulação dentro do prazo estabelecido pelo RenovaBio. Segundo a B3, 14,61 milhões de CBios foram aposentados até 30 de dezembro. Até o momento, a entidade não divulgou quaisquer montantes referentes a datas posteriores a essa.

Caso todas estas aposentadorias tenham sido solicitadas por distribuidoras com metas a cumprir, o volume fica 2% abaixo da meta total, com um déficit de 289,16 mil títulos.

Fonte: novacana.com

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